Data referência 02/05/2026
Autor: Helcias, pr.
Quando Jacó deixou, fugido, a casa de seu sogro em direção a Canaã, ele se viu obrigado a enfrentar o seu passado e a traição que fizera a seu irmão Esaú. Diante do inevitável encontro, Jacó tentou então, comprar o perdão de seu irmão, oferecendo-lhe presentes. Todavia, nem todos os presentes que Jacó pudesse oferecer a Esaú, poderiam restituir a este a primogenitura e a bênção de Isaque que lhe foram roubadas. Tampouco Esaú guardava mágoa de Jacó. A expressão de Jacó define bem a situação: “Mas Jacó insistiu: Não recuses; se logrei mercê diante de ti, peço-te que aceites o meu presente, porquanto vi o teu rosto como se tivesse contemplado o semblante de Deus; e te agradaste de mim.” (Genesis 33:10).
Jacó não merecia o perdão de Esaú. No entanto Esaú estava disposto a perdoá-lo. Bastou para isto que Jacó fosse ao seu encontro.
Vença o seu medo e recorra a Deus que não guarda mágoas, mas espera apenas o arrependimento.
“Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” (Salmos 32:5).